quarta-feira, 3 de setembro de 2014

IDEIA I(N)DIOTA PORQUE NÃO DIZER “IDEIA DE JERICO”

Imagem: Bárbara Rodrigues/GP1Wellington Dias(Imagem:Bárbara Rodrigues/GP1)


O Senador WDias, participou do seu programa eleitoral, a bordo de um táxi, aproveitando-se da violência em que vitimou pelo menos dois taxistas em Teresina. Onde o que deveria mesmo era pelo menos se solidarizar com a família das vítimas.
Não adianta querer tapar o sol com uma peneira para se eximir e dizer que conseguiu ou que vai resolver os problemas da segurança.
O Jornal Diário do Povo, edição de quarta-feira 03 de setembro de 2014, mais precisamente na coluna “Em Tempo”, relembra que os problemas da área de segura são antigos, senão vejamos:
“Insegurança e discurso
A utilização eleitoral do drama enfrentado pelas famílias de dois taxistas recentemente assassinados em Teresina, bem como da própria classe, que se sente insegura, parece descabida, sobretudo porque nenhum dos candidatos que se apresenta no pleito em andamento tem qualquer autoridade para falar sobre segurança pública. O quadro que se vive atualmente não foi construído do dia para a noite. É uma construção longa, que vem desde muito tempo, porque no Piauí, infelizmente, nunca se teve uma política de segurança, mas apenas ações espetaculosas, que consistiam em alugar carros de empresas privadas, mandar plotá-los com caracteres do Estado e das polícias Civil e Militar, em seguida estaciona-los no pátio de Karnak para fotografar, filmar e divulgar com todo o estardalhaço possível e imaginável. (grifo nosso) Lamentavelmente, isso não é ação pública, mas mera projeção pessoal do governante. O senador Wellington Dias, candidato a governador pelo PT, chega a tripudiar do problema ao ser filmado dentro de um táxi trafegando pela periferia para dizer que em sua administração havia segurança para todos e a população podia andar tranquilamente pelas ruas do estado.”
O fato de WDias andar de taxi, cabe uma pergunta será que se a coisa estive realmente como ele quer que esteja, seria possível ele andar tranquilamente de taxi na periferia de Teresina?
Tudo que relata o texto supratranscrito se identifica certinho com o governo nos dois mandatos de WDias, inclusive a parte grifada.
E tem mais:
“Crime
Pode-se rememorar rapidamente, aqui um crime ocorrido em 29 de dezembro de de 2004, e que tirou a vida do comerciante Adroaldo Pires, que era diretor da SASC e, portanto, ligado ao governo petista. Residente no bairro Dirceu, ele reagiu ao atentado praticado por Ferdidand José de Oliveira contra funcionário de sua pequena empresa. Os dois foram mortos”.
Sabem quem era o governador de então? Claro que era o WELLINGTON DIAS.
“15 ANOS
A história é outra. O negócio esteve tão difícil nos últimos quinze anos, em termos de segurança, que em 2003, no começo de sua administração, Wellington Dias teve que recrutar para o comando de policiamento da capital o temido coronel Francisco Prado, conhecido como Pradão, a quem depois entregaria o comando da própria Polícia Militar do Estado”.
“Ingerência
“O secretário de Segurança se depara com três grandes problemas: a violência e o crime, que aumentam de forma assustadora, os problemas internos da pasta e a ingerência política”.
A afirmação datada de 2004, é do falecido perito Delfino Vital de Araújo, então um dos mais respeitados na área.”
 O governador era o senhor Wellington Dias.
“Invasão
O piloto aposentado Francisco Borges de Carvalho, o Comandante Borges, foi assassinado no dia 1º de fevereiro de 2004, no Jockey Club, zona Leste. Estavam em casa quando a residência foi invadida por dois elementos. Os acusados são Antônio Maurício da Cunha, de 24 anos, e um outro identificado por Sérgio, que teria sido o autor do disparo que tirou a vida do piloto”.
Então senhor Wellington Dias, não adianta aparecer posando de bonzinho, de salvador da pátria, que tudo isso não passa de balela ou promessas mirabolantes. Se o Problema da segurança fosse assim, tão fácil de resolver, estados como o Rio de Janeiro e São Paulo, não teriam tanta violência. Lá existem estruturas físicas e materiais muito mais superiores que as daqui e mesmo assim não conseguem conter a violência que só aumenta a cada dia.
Ninguém tem a mágica de resolver os problemas da violência, nem aqui ou em qualquer lugar desse mundo.

Fonte: Jornal Diário do Povo
Edição: Paulo Cesar

O Senador WDias, participou do seu programa eleitoral, a bordo de um táxi, aproveitando-se da violência em que vitimou pelo menos dois taxistas em Teresina. Onde o que deveria mesmo era pelo menos se solidarizar com a família das vítimas.
Não adianta querer tapar o sol com uma peneira para se eximir e dizer que conseguiu ou que vai resolver os problemas da segurança.
O Jornal Diário do Povo, edição de quarta-feira 03 de setembro de 2014, mais precisamente na coluna “Em Tempo”, relembra que os problemas da área de segura são antigos, senão vejamos:
“Insegurança e discurso
A utilização eleitoral do drama enfrentado pelas famílias de dois taxistas recentemente assassinados em Teresina, bem como da própria classe, que se sente insegura, parece descabida, sobretudo porque nenhum dos candidatos que se apresenta no pleito em andamento tem qualquer autoridade para falar sobre segurança pública. O quadro que se vive atualmente não foi construído do dia para a noite. É uma construção longa, que vem desde muito tempo, porque no Piauí, infelizmente, nunca se teve uma política de segurança, mas apenas ações espetaculosas, que consistiam em alugar carros de empresas privadas, mandar plotá-los com caracteres do Estado e das polícias Civil e Militar, em seguida estaciona-los no pátio de Karnak para fotografar, filmar e divulgar com todo o estardalhaço possível e imaginável. (grifo nosso) Lamentavelmente, isso não é ação pública, mas mera projeção pessoal do governante. O senador Wellington Dias, candidato a governador pelo PT, chega a tripudiar do problema ao ser filmado dentro de um táxi trafegando pela periferia para dizer que em sua administração havia segurança para todos e a população podia andar tranquilamente pelas ruas do estado.”
O fato de WDias andar de taxi, cabe uma pergunta será que se a coisa estive realmente como ele quer que esteja, seria possível ele andar tranquilamente de taxi na periferia de Teresina?
Tudo que relata o texto supratranscrito se identifica certinho com o governo nos dois mandatos de WDias, inclusive a parte grifada.
E tem mais:
“Crime
Pode-se rememorar rapidamente, aqui um crime ocorrido em 29 de dezembro de de 2004, e que tirou a vida do comerciante Adroaldo Pires, que era diretor da SASC e, portanto, ligado ao governo petista. Residente no bairro Dirceu, ele reagiu ao atentado praticado por Ferdidand José de Oliveira contra funcionário de sua pequena empresa. Os dois foram mortos”.
Sabem quem era o governador de então? Claro que era o WELLINGTON DIAS.
“15 ANOS
A história é outra. O negócio esteve tão difícil nos últimos quinze anos, em termos de segurança, que em 2003, no começo de sua administração, Wellington Dias teve que recrutar para o comando de policiamento da capital o temido coronel Francisco Prado, conhecido como Pradão, a quem depois entregaria o comando da própria Polícia Militar do Estado”.
“Ingerência
“O secretário de Segurança se depara com três grandes problemas: a violência e o crime, que aumentam de forma assustadora, os problemas internos da pasta e a ingerência política”.
A afirmação datada de 2004, é do falecido perito Delfino Vital de Araújo, então um dos mais respeitados na área.”
 O governador era o senhor Wellington Dias.
“Invasão
O piloto aposentado Francisco Borges de Carvalho, o Comandante Borges, foi assassinado no dia 1º de fevereiro de 2004, no Jockey Club, zona Leste. Estavam em casa quando a residência foi invadida por dois elementos. Os acusados são Antônio Maurício da Cunha, de 24 anos, e um outro identificado por Sérgio, que teria sido o autor do disparo que tirou a vida do piloto”.
Então senhor Wellington Dias, não adianta aparecer posando de bonzinho, de salvador da pátria, que tudo isso não passa de balela ou promessas mirabolantes. Se o Problema da segurança fosse assim, tão fácil de resolver, estados como o Rio de Janeiro e São Paulo, não teriam tanta violência. Lá existem estruturas físicas e materiais muito mais superiores que as daqui e mesmo assim não conseguem conter a violência que só aumenta a cada dia".
Ninguém tem a mágica de resolver os problemas da violência, nem aqui ou em qualquer lugar desse mundo.

Fonte: Jornal Diário do Povo

Edição: Paulo Cesar